A Tupac Amarú é uma organização de caráter social, cultural e político, que tem como horizonte, a transformação sujeito, através de formação com as juventudes desfavorecidas, que almejem mudanças estruturais no que tange a sociedade como um todo.
(Fotos: Ana Paula Weber)
Tendo em vista o desenvolvimento das práticas pedagógicas, de caráter popular, e a promoção e defesa da vida pelas juventudes organizadas, a Associação Tupac Amarú nasce a partir da vontade e sonho das juventudes empobrecidas, de se organizar em grupos de formações permanentes, de tipo itinerante, construindo assim alternativas sustentáveis, tais como: autonomia econômica, desenvolvimento integral do ser-sujeito e educação popular. Ou seja, visa o bem-estar de toda a população e de cada pessoa, na base da sua participação ativa, livre.
(Fotos: Ana Paula Weber)Tendo em vista o desenvolvimento das práticas pedagógicas, de caráter popular, e a promoção e defesa da vida pelas juventudes organizadas, a Associação Tupac Amarú nasce a partir da vontade e sonho das juventudes empobrecidas, de se organizar em grupos de formações permanentes, de tipo itinerante, construindo assim alternativas sustentáveis, tais como: autonomia econômica, desenvolvimento integral do ser-sujeito e educação popular. Ou seja, visa o bem-estar de toda a população e de cada pessoa, na base da sua participação ativa, livre.
(Fotos: Ana Paula Weber)
Sendo assim, a Tupac Amarú reafirma sua opção pelos pobres, potencializando, desta maneira, a busca por igualdades de gênero, étnica, social, ambiental e tecnológicas.
Sendo assim, a Tupac Amarú reafirma sua opção pelos pobres, potencializando, desta maneira, a busca por igualdades de gênero, étnica, social, ambiental e tecnológicas.
A Tupac Amarú tem como um dos objetivos principais, evidenciar o protagonismo das juventudes no processo de transformação da realidade em que o (a) jovem/adulto (a) está inserido (a), desenvolvendo as práticas de recuperação e valorização dos saberes, linguagens e fortalecimento de novas subjetividades, para otimizar os projetos de inovações, sócio-econômicas, ambientais e sustentáveis.
Mas, este processo de resistência não surgiu do nada. Neste caminho foram indispensáveis duas organizações parceiras a ONG Abaquar e a Escola de Jovens Rurais – EJR. A ONG Abaquar garantiu o acesso a formas alternativas de as juventudes organizarem-se e a EJR potencializou a formação social e popular, pautada em valores coletivos, na solidariedade, na defesa vida, das sementes crioulas e na luta por uma sociedade mais justa, igualitária e livre – uma sociedade socialista.
(Fotos: Ana Paula Weber)
A Tupac Amarú foi resultado de uma jornada de formação que pode contar com mais de 48 jovens, contando ainda com jovens de distintas organizações, como Movimento dos Catadores de matérias recicláveis, Lajeado, que se reuniram no interior de Estrela. Foram discutidos temas como ralações de produção no sistema capitalista com (Iolanda Giasson), igualdade de gênero (José Joaquín Romero Basallo), história da caminhada da Pastoral da Juventude e protagonismo juvenil (Carla Beatriz Nogueira Gräff), Economia Popular Solidária (Marcio Henrique Gräff) e ainda o “princípio do bem-viver”, relato da experiência com os indígenas da Amazônia (Teresinha Weber). A partir daí, surge como encaminhamento coletivo, a criação da Associação Tupac Amarú.
(Claudia e Pepe interpretando dos empresários)
Atividade Coletiva: A ILHA
Dois grandes empresários donos de multinacionais lucraram muito com trabalho de seus empregados. Resolveram, então, premiar seus empregados com uma passagem à um cruzeiro. Chegando lá, os jovens encontraram uma jangada que estava posta num riacho. Quando os jovens subiram no barco, o mesmo quebrou-se e perderam tudo.
Desafio: o que fazer quando se perde tudo, quando não se tem fogo, quando não se tem comida, moradia e etc.
Os jovens resolveram construir uma casa, e fizeram isso em grupo. Passado este momento, a coordenação do evento questionou. “Que passo daremos depois de fazer a casa, vamos comer o que? Como vamos nos vestir?...”, e os jovens foram buscar comida. Enquanto isso, a coordenação do encontro estragou a casa e roubou o que o grupo construiu. Os jovens capturar os ladrões e os julgaram. “O que faremos quando alguém roubar o grupo ou a sociedade, os trabalhadores?”
E encerrou-se a dinâmica com decisão do coletiva.

As fotos acima expostas foram produzidas por Ana Weber, que se dispôs a prestar este serviço voluntario ao Grupo de Jovens que agora é Associação Tupac Amarú.
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